Rumo a COP 30: CUT defenderá justiça climática com foco no trabalho decente

Central realizou e participou de atividades ao longo do ano para se preparar para a COP 30, alinhando estratégias com foco no protagonismo de trabalhadores para a transição justa

Ao longo dos últimos meses, a CUT vem se preparando intensamente para a COP 30, que será realizada em Belém, em novembro de 2025. Na atividades da Conferência, a Central defenderá trabalho decente, transição justa, participação sindical ativa, proteção social, liberdade sindical e políticas climáticas que priorizem a vida, os direitos humanos e a justiça social.

Além disso, reivindicará financiamento climático justo e transparente, integração da Transição Justa nos planos nacionais de clima e protagonismo das comunidades locais e povos indígenas, assegurando que as decisões globais sobre clima não reproduzam desigualdades históricas ou precarizem trabalhadores.

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Parada LGBTQIA+ de Belo Horizonte vence perseguição política e leva 350 mil às ruas

Belo Horizonte (MG) viveu um momento histórico nos dias 19 e 20 de julho de 2025. A 26ª edição da Parada do Orgulho LGBTQIA+ não apenas superou todas as expectativas em termos de público – com impressionantes 350 mil participantes -, mas também se transformou em um símbolo de resistência política contra tentativas de cerceamento dos direitos da população LGBTQIA+.

A CUT teve papel fundamental na organização e realização do evento. “É o segundo ano que participamos oficialmente, e desta vez foi ainda mais organizado”, destacou Walmir Siqueira, secretário de Políticas LGBTQIA+ da CUT.

No entanto, a presença da CUT não se limitou ao apoio logístico, mas incluiu participação ativa na área VIP e nas falas no caminhão de som. A participação de personalidades reforçou a dimensão política do evento. A presença da secretária nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos do Ministério de Direitos Humanos, Macaé Evaristo, e da ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, demonstrou o apoio institucional às causas LGBTQIA+ em contraste direto com as tentativas locais de sabotagem.

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Zanin vota em defesa dos indígenas e desempata julgamento

Resultado agora está 3 x 2 contra a tese defendida por ruralistas e que prejudica os povos tradicionais

O magistrado Cristiano Zanin, mais novo membro do Supremo Tribunal Federal (STF), votou em oposição à tese do marco temporal na demarcação de terras indígenas na tarde desta quinta-feira (31). A teoria defendida por ruralistas determina que grupos indígenas somente têm o direito de pleitear territórios que estavam sob sua ocupação até a promulgação da Constituição, em outubro de 1988. Zanin desempatou a disputa que, agora, conta com três votos contrários e dois favoráveis.

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